- Fiscalização maior em parceria com o governo do estado, no caso das blitzes da Lei Seca, campanhas educativas e uma maior conscientização estão entre as causas da redução. Os pardais e radares também têm papel importante na soma de um esforço conjunto porque eles coíbem avanços de sinal e atropelamentos - afirma Cláudia.
Menor redução aconteceu entre 6h e 11h59m
A pesquisa levou em consideração o número de 10 mil veículos para cada uma das quatro faixas de horários - de meia-noite às 5h59m, das 6h às 11h59m, das 12h às 17h59m e das 18h às 23h59m. O horário que teve a menor redução no número de acidentes foi o das 6h às 11h59m: apenas 2,63%. Os dados para monitorar o número de acidentes foram fornecidos pelo Instituto de Segurança Pública (ISP), que levou em consideração os números repassados pela Polícia Militar e pelo Corpo de Bombeiros.
A presidente da CET-Rio afirmou que a meta para 2012 é reduzir os acidentes com vítimas em pelo menos 15% em relação aos números de 2008. Outro dado fornecido pela CET-Rio foi o do número de mortes no local. Este ano, morreram 97 pessoas a menos nos locais de acidente, em relação ao ano passado, quando 635 pessoas foram vítimas fatais do trânsito.
No ranking das vias com o maior número de acidentes com vítimas, a Avenida das Américas continua na frente, seguida pela Estrada dos Bandeirantes, pela Avenida Presidente Vargas e pela Avenida Dom Hélder Câmara. A Avenida Brasil fica em 14 lugar. Os dados são de 2008 e ainda não foram atualizados pela CET-Rio:
- Nas cem vias com maior número de acidentes, vamos intensificar medidas de engenharia de tráfego, reforçar a operação e a fiscalização, e investir em conscientização - informou Cláudia.
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