Três aspectos interessantes foram percebidos por meio do estudo. O primeiro é quanto ao gênero, afirmando que meninos e meninas agem de forma diferente quando o assunto é trânsito. Talvez essa seja uma explicação para o registro de que a cada cinco mortes, quatro são do sexo masculino. Outro ponto que chamou a atenção do Denatran é o papel da família como exemplo para a prática de atitudes seguras no trânsito. A pesquisa constatou que apesar do jovem ser informado, demonstra incapacidade de agir de forma segura e de intervir em seu grupo social caso seja necessário.
Apesar de a pesquisa abordar jovens que ainda não têm idade para adquirir a licença de direção, a pesquisa reflete o pensamento da juventude que já está inserida no trânsito. “O jovem busca sua autoafirmação no volante e a família é quem deve ser espelho deles. Muitas vezes os pais são os primeiros a falar do comportamento dos filhos na direção. Eles reclamam, mas não demonstram a forma correta de conduzir um veículo”, alertou. Além do Recife, Florianópolis, Curitiba, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre participaram dessa pesquisa.
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